Uma sugestão de leitura (Paul Krugman, prémio Nobel de economia).
E o resumo: os salários na periferia da Europa (leia-se Portugal também!) precisam de descer 20 a 30% em relação à Alemanha.
Quem preferir ler um comentário em português (com alguns erros), leia esta notícia do Jornal Público de hoje.
Eu discordo do Krugman quando ele volta à carga com a ideia de que o problema é o Euro. Em Portugal o problema é e foi toda a gestão política da adesão portuguesa ao euro, e antes e depois, a gestão do modelo económico português. O Euro trouxe vantagens enormes e sim, impõe limitações na maneira como algumas das desvantagens podem ser geridas. Mas qualquer pessoa inteligente as pode ver e antecipar. O erro político não é o euro, mas sim a insistência de manter em Portugal num modelo de baixas qualificações e salários, de que o ridículo comentário, feito na China, de que os nossos salários são baixos é talvez a pedra lapidar.
Trabalhar é preciso. Mais, mas sobretudo melhor, e não necessariamente barato. Fazer mais em menos tempo, e educar e qualificar, para que o país possa subir na cadeia de valor, ocupar nichos. E nem tudo vem do governo, muito vem de cada um...
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Sunday, May 23, 2010
Thursday, October 29, 2009
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