Thursday, May 7, 2009

Acabar com os maus hábitos



Portugal precisa de medidas assim.
Cortar com o que é supérfulo, acabar com os favores a grupos de pressão, deixar de alimentar direitos adquiridos, deixar de deitar dinheiro pela janela em rotundas, em campos de futebol sem clube nem adeptos, em autoestradas para lado nenhum, subsídio à agricultura sem futuro. Deixar de alimentar a corja de parasitas que mora à sombra do estado. Só assim podemos prosperar.



Infelizmente, temo que não!

Saturday, March 7, 2009

Obama e a crise, em ano de eleições em Portugal...

(..)

Turning to domestic affairs, Mr. Obama indicated that the end was not in sight when it came to the economic crisis (...)

He added that “part of what you’re seeing now is weaknesses in Europe that are actually greater than some weaknesses here, bouncing back and having an impact on our markets.”

Entrevista completa aqui. Vale a pena ouvir as respostas completas.


Em ano de eleições em Portugal, ano de despesismo eleitoral, tanto central como autárquico, vale a pena pensar nestas palavras. Vamos ouvir muita coisa 'rosa' daqui até às eleições, mas ninguém pode enfiar a cabeça na areia e acreditar no sr. ministro Pino e dizer, 'a crise acabou', quando apenas começava.

Parafraseando Bill (Clinton), com toques de Cavaco e de Guterres:'não é um oásis, é um pântano, estúpido'!

Tuesday, March 3, 2009

Posto consular, 1800 km ida e volta

O actual governo da república portuguesa manifesta uma cruel e estúpida incúria para com os emigrantes. Já nem falo da tentativa do governo de castrar o direito de voto dos emigrantes, vetado, e bem pelo presidente da república, mas ainda espero vir a escrever sobre esse assunto. Para já quero falar de postos consulares.

Em Bruxelas, o posto consular foi, durante anos, uma lástima. Mas estava lá, e foi-me útil várias vezes. Um embaixador competente e com iniciativa melhorou a situação. O governo do Sr. pseudo Eng. José, decidiu poupar dinheiro fechando postos consulares. O de Bruxelas continuou aberto, e, salvo ter agora companhia de portugueses vindos de Charleroi e da flandres, nada de essencial mudou na minha vida consular.

Agora é diferente. Com a fúria da poupança, e numa total falta de respeiro pelos portugueses emigrados, o governo fechou muitos postos consulares. Entre eles o posto consular de Los Angeles. O que deixa os (muitos) portugueses pategos como eu aqui na Califórnia do sul, a 1800km ida e volta do posto consular mais próximo. Quem dos meus leitores vai a Barcelona e volta só para ir buscar um papel ?

Mas isto não acaba aqui, e não é isso que me fez disparar estas linhas. Em substituíção dos muitos postos consulares que fecharam, o governo anunciou com pompa e circunstância, a criação do 'consulado virtual'. Acabo de ter a minha primeira experiência frustrante com essa m@rd@ virtualmente inútil. É kafkiano. Para aceder ao consulado virtual e às suas poucas funcionalidades é preciso... IR EM PESSOA AO CONSULADO!


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* De acordo com o censo americano de 2000, há 330 974 portugueses, ou pessoas que se identificam como descendentes de portugueses, ou 'Portuguese-Americans' a viver na Califórnia!

Monday, February 16, 2009

Sunday, February 15, 2009

Corrupção, moral e esquecimento

Como é possível que um membro do Conselho de Estado tenha perdido a memória e continue a ter lugar neste orgão de soberania ? Será que faltam suplentes nesta equipa ?
Dias Loureiro, => out!


Mais um pouco da constituição da república portuguesa, para os esquecidos:
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Artigo 145.º
(Competência)

Compete ao Conselho de Estado:
a) Pronunciar-se sobre a dissolução da Assembleia da República e das Assembleias Legislativas das regiões autónomas;
b) Pronunciar-se sobre a demissão do Governo, no caso previsto no n.º 2 do artigo 195.º;
c) Pronunciar-se sobre a declaração da guerra e a feitura da paz;
d) Pronunciar-se sobre os actos do Presidente da República interino referidos no artigo 139.º;
e) Pronunciar-se nos demais casos previstos na Constituição e, em geral, aconselhar o Presidente da República no exercício das suas funções, quando este lho solicitar.

Pino e Lino

Tuesday, February 3, 2009

América vs Portugal

Bill Richardson, governador do Novo México, primeira escolha de Obama para secretário do comércio. Um assunto judicial, ainda em instrução, do qual se diz inocente, não aceitou a nomeação.

Tom Daschle. 'Esqueceu-se' de pagar impostos sobre 80 mil dólares e um carro com motorista. Recusou a nomeação de Obama para uma posição equivalente a ministro da saúde.

Nancy Killefer, ecolha de Obama para vice directora do departamento de gestão e orçamento. Problema com um imposto de desemprego relativo à sua mulher a dias, recusou a nomeação de Obama.

Ambos regularisaram a situação, os três são inocentes até prova em contrário. Mas todos recusaram os lugares por, nas palavras de Daschle "(...) this work will require a leader who can operate with the full faith of Congress and the American people, and without distraction."(...) "Right now, I am not that leader, and will not be a distraction."

Sr. primeiro ministro, Sr. "Engenheiro" José Sócrates, o senhor é uma distração.



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* Há uma excepção no governo Obama: Geithner, o 'ministro' das finanças, que enquanto trabalho para o FMI se esqueceu de pagar 34 mil dólares de impostos. Regularizou a situação, e a sua nomeação foi confirmada recentemente pelo congresso.